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jan 16

Osechi-ryôri: o banquete do início do ano

O Japão não tem tradição cristã. Por isso, as comemorações de Natal são meros pretextos comerciais. É no Ano Novo que o Japão capricha. E no quesito culinária destaca-se o Osechi Ryôri (おせち料理), um verdadeiro banquete para começar o ano bem. Como os primeiros dias do ano são feriados quase todos os restaurantes fecham as portas. O osechi ryôri é essencialmente uma culinária doméstica, preparada tradicionalmente pelas donas de casa, para oferecer às visitas de parentes.

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O chef Shin Koike preparou este típico conjunto de Osechi Ryori para a produção do livro “A Cor do Sabor: A Culinária Afetiva de Shin Koike” (Editora Melhoramentos). O prato não é encontrado em restaurantes.

Um conjunto de osechi ryori, preparado pelo chef Shin Koike para o livro A Cor do Sabor: A Culinária Afetiva de Shin Koike (editora Melhoramentos). Foto: Tatewaki Nio tramadol for sale

Um conjunto de osechi ryori, preparado pelo chef Shin Koike para o livro A Cor do Sabor: A Culinária Afetiva de Shin Koike (editora Melhoramentos). Fotos: Tatewaki Nio

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O osechi ryôri tem uma conotação religiosa. É uma oferenda aos deuses, desejando uma colheira farta, paz e tranquilidade para a família e prosperidade aos filhos e descendentes.

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Todos os alimentos que compõem o osechi ryori são acondicionados em finas caixas laqueadas, chamadas “jûbako”, literalmente, caixas empilhadas. Aqui temos três caixas justapostas, cheias de iguarias. Como estas caixas ficam à disposição das visitas durante alguns dias, não recebem ingredientes crus, como o sashimi.

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Vamos dissecar as caixas?

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Na primeira caixa, o Ichi-no-Jû, entram pequenos aperitivos, que são saboreados com uma dose de saquê. Os mais comuns são kazunoko (ovas de arenque, que aqui receberam folhas de ouro, para dar uma conotação de celebração), o kuromame (soja preta), o kamaboko (massa de peixe, semelhante ao gefiltefish), omelete doce feito com dashi, o caldo essencial extraído do peixe bonito seco e alga kombu, os tazukuri (filhotes de peixe caramelizado com açúcar, shoyu e mirin).

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Ichi-no-ju Foto: Tatewaki Nio

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Na segunda caixa, o Ni-no-Jû, recebe as iguarias grelhadas. Peixe pargo e camarão são as estrelas desta caixa. O chef Shin deu uma contribuição brasileira a este conjunto, introduzindo aqui um filé de pirarucu grelhado e finas fatias de picanha, enrolando aspargos ao molho de missô com maracujá.

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E para a terceira caixa, o San-no-Jû, entram os legumes cozidos em caldo dashi e shoyu. Aqui estão a kabotchá (abóbora japonesa), inhame, cenoura, enormes cogumelos shiitake, gobô (bardana), renkon (raiz de lótus), konnyaku (uma gelatina firme feita de batata) e gengibre.

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Feliz Ano Novo com muito sabor e arte!

 

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