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jul 13

Uma paixão nipo-mexicana

Em 1936, quando Isamu Noguchi tinha 32 anos, ele passou oito meses no México, para desenhar um mural intitulado “A História do México”, no mercado Abelardo L. Rodríguez, num distrito antigo da capital do país. Ele havia recebido uma bolsa da Fundação Guggenheim.

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Trata-se de um mural de  cerca de 2 metros de altura por 20 metros de comprimento e estava esquecido no segundo andar do mal iluminado mercado. Apesar do tema, há poucos sinais que remetam ao México. É um trabalho típico da estética da propaganda, muito peculiar na época da ascensão do fascismo na Europa, como braços em punho, suástica e equipamentos de construção pesados, cheios de força e dinamismo.

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Mural de Isamu Noguchi, na cidade do Mexico: cimento colorido, grandes formas, e atualmente esquecido num bairro pobre.

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Era uma época em que o muralismo imperava como forma de expressão inicialmente patrocinado pela revolução mexicana nos anos 20, chegando ao ápice nos anos 30 e 40. Diego Rivera, Siqueiros, Orozco eram os nomes mais disputados para estas grandes obras de cunho ufanista. Os murais falavam para a população carente e iletrada, com apologia à consciência étnica e direitos trabalhistas.

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O mural produzido por Noguchi tem um significado mais histórico por ser o cenário de um tórrido affair entre Noguchi e nada menos que Frida Kahlo.

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Noguchi foi recebido por Diego Rivera, que lhe apresentou sua esposa, Frida Kahlo, mas logo começou a se antipatizar com Rivera, pela forma estúpida com que ele a tratava em público. A compaixão logo se tornou paixão, que foi imediatamente correspondido. Frida passou a visitar Noguchi em seu local de trabalho, no mercado. Na verdade, Noguchi e Frida tinham muitos pontos de em comum. Ambos eram mestiços. O pai de Frida era um fotógrafo alemão, e sua mãe, uma índia mexicana. O pai de Noguchi foi um poeta japonês e sua mãe uma americana de origem irlandesa com sangue indígena americano. Era um mundo que só eles entendiam, pelos diferentes conflitos de identidade que carregavam desde o nascimento. A conversa entre os dois certamente fez abrir o lado mais íntimo de suas ambiguidades.

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O affair se desenvolveu a ponto de Frida alugar um quarto para os encontros secretos. Por infelicidade do destino, a conta do aluguel foi parar nas mãos de Diego Rivera. Noguchi teve que fugir do México,  pois foi jurado de morte pelo grande muralista.

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Frida e Isamu, paixão de verão.

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Nessa época não havia muita diversão e essa história picante percorreu o país nos grandes jornais. Até então, os jornais publicavam fofocas de Diego e suas incontáveis amantes. Por isso, os leitores se deliciaram com a chifrada.

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Foi uma curta estada essa de Noguchi no México. Em 1937, ele retornou a Nova York, quase que fugindo e levando recordações de uma intensa paixão com Frida. Um sonho de uma noite de verão mexicano.

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Poucos anos depois, Trotsky se exilou no México, a convite de Diego Rivera. Seu rival do muralismo, David Alfaro Siqueiros, que era stalinista, tentou assassinar Trotsky, que escapou ileso. Mas três anos após a partida de Noguchi, Trotsky foi assassinado pelo namorado de sua secretária, com um machado. Trotsky também havia se apaixonado por Frida.

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Saiba mais sobre Isamu Noguchi, na exposição em cartaz no Instituto Tomie Ohtake. Mais sobre a exposição você vê aqui.

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Exposição: Isamu Noguchi

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Até 21 de julho de 2013 

Terça a domingo, das 11h às 20h – entrada franca

Instituto Tomie Ohtake

Av. Faria Lima, 201 (Entrada pela Rua Coropés) – Pinheiros São Paulo SP  Fone: 11.2245-1900

 

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